Jô Soares, depois de ser entrevistado do programa Roda Viva, da TV Cultura, do qual pediu ao Pânico na TV! para que manteve-se no ar o quadro
Jô Suado, voltou a elogiar a paródia em entrevista à revista
Rolling Stone Brasil:
“Quanto à sátira ou paródia, eu acho que não se pode proibir. Nada pior do que a proibição, porque quem tem que fazer a escolha não é a censura – é quem está assistindo. Eu acho, por exemplo, o menino que faz o Jô Suado (Márvio Lúcio)...Bem, eu acho ele magnífico! Inclusive, quando fui homenageado na Risadaria, ele veio me perguntar se poderia fazer a imitação. Você não pode é perguntar se podia fazer. Claro que sim! Tem muita gente boa, como o Eduardo Sterblitch, que é um comediante espetacular, e vários outros que entrevistei”, afirma.
Para quem não sabe, tudo começou quando Jô Soares se recusou a ser entrevistado por
Carioca (que estava vestido de
Jô Suado), em uma abordagem. Então neste domingo (06/11), o
Pânico na TV! aposentou o personagem de
Carioca e colocou em seu lugar
Wellington Muniz (Ceará) imitando
Professor Raimundo.
Jô Soares relembrou sua história e comentou o atual cenário do humor nacional:
“O humor não peca quando é grosso: é quando não tem graça. Como é que você pode criterizar o humor? Pra mim, só desta maneira: se é engraçado ou não”, disse.